Dr. ProvetS

03/10/2012 às 15h18m


Muda Encruada

A muda é um processo natural que acontece nas aves para renovar sua plumagem antes das épocas frias ou da migração anual.

A muda é um processo natural que acontece nas aves para renovar sua plumagem antes das épocas frias ou da migração anual, também durante a muda é permitido à fisiologia reprodutiva das aves, um descanso completo para que a ave construa suas reservas de nutrientes no organismo e consequentemente adquira uma boa reposição de plumagem para a nova fase reprodutiva. Normalmente a muda ocorre uma vez ao ano, podendo acontecer em algumas espécies duas ou três vezes por ano, com duração de até quatro meses.

O processo de substituição de penas será iniciado, mantido ou modificado por uma série de fatores que irão interagir entre si, As causas clínicas mais comuns são parasitas de pele, parasitos internos (vermes, protozoários), infecções bacterianas ou fúngicas na pele ou nos folículos das penas, alergias, distúrbios hormonais, desnutrição, aspergilose (infecção respiratória fúngica), doenças internas (doenças hepáticas) e carências nutricionais. As causas psicológicas ou comportamentais são o estresse, medo, susto, luz no criatório reduzindo as horas de sono, mudança brusca na rotina do pássaro, presença de outros pássaros cantando no recinto ou mistura de machos e fêmeas, principalmente, em diferentes estágios da muda.

Devemos considerar que a influência hormonal sobre a muda varia consideravelmente de espécie para espécie e a função da tireóide sempre foi considerada a mais importante neste processo, O hipotireoidismo em aves (geralmente causado por deficiência de iodo na ração) certamente provocará sérios atrasos e anomalias na muda. Hormônios gonadotróficos, também influenciam neste processo. Medicamentos também podem afetar o crescimento e muda de penas. Outro fator conhecido é a ação do fenbenzadole (Albendazóis), parasiticida intestinal que pode danificar a plumagem, se for administrado durante um período de crescimento das penas novas.

Entre os nutrientes essenciais que influenciam diretamente o desempenho das aves, destaca-se a metionina, primeiro aminoácido limitante para esses animais quando são utilizadas dietas à base de milho e soja. Além disso, a metionina desempenha várias funções no organismo das aves e tem efeito no sistema imune, na deposição de proteína, no metabolismo de lipídeos e no metabolismo energético.

Todos esses fatores individualmente ou combinados podem desencadear uma patologia que é conhecida como "MUDA ENCRUADA", bem observada pela deficiência de crescimento de penas, áreas sem plumagem e ou penas mal formadas. Quando a muda não transcorre como o previsto, devemos buscar as causas do problema, ou seja, avaliar cada situação das quais foram descritas acima, para sabermos onde está a falha e tomar medidas preventivas e curativas.

É importante diferenciar "MUDA ENCRUADA" de "MUDA FORÇADA" ou "MUDA FRANCESA" que é processo que ocorre em granjas de produção de ovos (galinhas poedeiras, por exemplo), visando tempo de vida útil produtiva das aves, rapidez e menor perda na produção de ovos. Este processo consiste em induzir a muda de três maneiras básicas: farmacologicamente, nutricionalmente e métodos de manejo.

Sendo assim, tomando alguns cuidados principalmente em nível de nutrição e manejo podemos evitar problemas na muda das aves domésticas.

Referências

. Schmidt, Gilberto Silber and Figueiredo, Elsio Antonio Pereira de. Efeito da seleção no primeiro ciclo de postura para produção de ovos sobre o desempenho no segundo ciclo. Cienc. Rural, Fev 2004, vol.34, no.1, p.225-229. ISSN 0103-8478

. Souza, Karina Márcia Ribeiro de et al. Métodos alternativos de restrição alimentar na muda forçada de poedeiras comerciais. R. Bras. Zootec., Fev 2010, vol.39, no.2, p.356-362. ISSN 1516-3598

. BRITO, Alexandre Barbosa de et al. Desempenho e qualidade dos ovos de poedeiras comerciais no segundo ciclo de produção consumindo gérmen integral de milho. R. Bras. Zootec. [online]. 2009, vol.38, n.10 ISSN 1516-3598.

. NASCIMENTO, Dáphinne Cardoso Nagib et al. Exigências de metionina + cistina digestível para aves de corte ISA Label criadas em semiconfinamento. R. Bras. Zootec. [online]. 2009, vol.38, n.5, pp. 869-878. ISSN 1516-3598.

. KALINOWSKI, A.; MORAN JR., E.T.; WYATT, C. Methionine and cystine requirements of slow- and fast-feathering male broilers from zero to three weeks of age. Poultry Science, v.82, p.1423-1427, 2003a.

. NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of poultry. 9.ed. Washington, D.C.: National Academy of Science, 1994. 154p.

. http://www.bichoonline.com.br/artigos/aa0022.htm

. http://www.thepoultrysite.com/

. http://www.parrotpassionsuk.com/Advice/Moulting.htm



Autor: Laboratório Simões

Tags relacionadas:


Compartilhe:


A educação do filhote pode fazer a diferença para um relacionamento mais harmônico no ambiente doméstico. Afinal de contas, todos queremos ter animais que só façam suas necessidades no local correto. No entanto, o primeiro requisito para o adestramento sanitário não está no animal, mas em nós.

A educação do filhote pode fazer a diferença para um relacionamento mais harmônico no ambiente doméstico. Afinal de contas, todos queremos ter animais que só façam suas necessidades no local correto. No entanto, o primeiro requisito para o adestramento sanitário não está no animal, mas em nós. Ensinar um filhote a utilizar um local determinado para fazer suas necessidades requer serenidade, observação e persistência.

O trabalho começa  com a observação, fique atento para identificar a hora em que seu filhote costuma defecar e fazer xixi. Filhotes muitas vezes se habituam a fazer as necessidades alguns minutos depois de comer e beber água; conheça os horários de seu cão, e nesses momentos fique atento. Outro indicativo está em certos movimentos corporais. Os cães costumam parar de perna aberta, balançar a traseira e começar a agachar. Não perca tempo, pegue-o no colo e leve-o para o local que deverá seu usado como banheiro. Tão logo ele comece a fazer suas necessidade elogie-o bastante. Depois faça um afago e até ofereça um petisco. Deixe ele saber o quanto você fica feliz quando ele usa o local certo. Lembre-se que esse treinamento não irá funcionar de primeira, você terá que repetir a situação várias vezes.

Pipicanis

Quanto mais cedo você ensinar o local correto para seu filhote, mais fácil será  o aprendizado. É importante destacar também, que animais de raças menores costumam demorar mais para acertar o lugar correto de fazer suas necessidades. Isso porque, demoram mais tempo para desenvolver o controle urinário. Então, seja paciente.

A escolha do local que será usado como banheiro, também é muito importante. À medida que se tornam adultos, os cães procuram fazer as necessidades cada vez mais longe de onde comem e dormem ou do local onde a família fica reunida. Respeitar esse instinto é fundamental para um adequado planejamento do banheiro. Escolha um local longe das vasilhas de comida e água, assim como da área usada como dormitório, que pode ser um tapete ou caminha. Coloque no local escolhido como banheiro folhas de jornal e utilize produtos específicos para adestramento sanitário disponíveis nas pet shops. Uma boa dica, seja para quem escolhe o jornal, ou o pipi dog, é utilizar algumas gostas de produtos para adestramento sanitário sobre o local. O Pipicanis da Provets é um composto de uréia e bicarbonato de amônia que vai atrair e indicar para o seu filhote o lugar correto para ser usado como banheiro.

Outra boa dica é instalar o banheiro ou banheiros de seu cãozinho em lugares com certa privacidade. Procure nunca colocar o banheiro no centro dos ambientes, prefira as periferias. O animal irá se sentir mais protegido. Não descuide da higiene do local usado como banheiro por seu cão. É importante evitar situações que possam levar o animal a pisar em seu próprio excremento, pois isso o desmotivará a usar o lugar. Quanto menor a área, mais imediata deverá ser a limpeza das fezes e da urina. Por fim, não se desespere e nunca bata em seu animal. Mantenha sempre a rotina de treinamento, mudar a estratégia a cada erro do cão só vai servir para confundi-lo.



Autor: Laboratório Simões

Tags relacionadas:


Compartilhe:


A catarata é uma doença dos olhos que pode afetar cães e gatos; ela provoca a opacidade da lente ou cristalino.A catarata é uma doença dos olhos que pode afetar cães e gatos. Ela provoca a opacidade da lente ou cristalino, estrutura que permite a passagem da luz até a retina favorecendo a focalização dos objetos, em estágios avançados pode ocasionar a perda de visão. É bastante frequente entre os cães, e um pouco mais rara entre os felinos.

A doença pode surgir por conta de traumas, problemas congênitos, diabetes, inflamações intraoculares severas, pelo contato com substâncias tóxicas, pela presença de tumores intraoculares, pelo processo de envelhecimento ou por um defeito hereditário recessivo, que é a causa mais comum. A maioria das cataratas, em cães, possui caráter hereditário e se manifesta nos dois olhos. Nos gatos, o processo geralmente é secundário a outras doenças oftálmicas, como as uveítes (inflamações intraoculares).

Algumas raças são mais predispostas que outras ao desenvolvimento da catara hereditária. Este é o caso por exemplo de animais das raças: Poodle, Cocker Spaniel Americano e Inglês, Schnauzer, Golden e Labrador Retriever, West Highland White Terrier e Afghan Hound. Já nos gatos, a catarata aparece em um número menos de animais, e está relacionada principalmente, ao envelhecimento, inflamações intraoculares ou diabetes.

Conforme sua intensidade, a catarata pode ser detectada facilmente ou passar despercebida aos olhos do proprietário. Mesmo donos cuidadosos podem não perceber uma catarata inicial, pois o exame preciso só é possível com a pupila dilatada, por isso é recomendável que seja feito por um oftalmologista veterinário. Algumas formas de catarata podem evoluir muito rapidamente, como as cataratas diabéticas que por vezes se desenvolvem em apenas alguns dias, daí a importância do acompanhamento regular de um médico veterinário. No entanto, o proprietário pode fica atento a alguns detalhes como mudanças na movimentação do animal, cães que tropeçam, mostram-se agressivos e/ou medrosos. Vale observar também modificações na cor das pupilas, que podem se mostrar esbranquiçadas.

Colírio Cinerária Marítima.

Não existe uma forma de prevenção para a catarata, mas é possível diminuir a sua frequência não utilizando para reprodução animais acometidos. Já as complicações, estas podem ser prevenidas, e quanto mais cedo diagnosticada a catarata, melhor. Por isso, é tão importante a avaliação oftálmica de rotina, principalmente nas raças com predisposição. Mas não esqueça que as demais raças não estão livres de enfermidades nos olhos.

Em muitos casos o tratamento da catarata será por meio de procedimento cirúrgico. Mas em determinadas situações, é possível com medicamentos e vitaminas, manter a transparência do cristalino suficiente para que o animal conserve a função visual, pelo menos temporariamente. Como alternativa o uso das medicações homeopáticas pode ser uma opção. Apesar de a homeopatia estar associada ao tratamento de seres humanos, sua aplicação na recuperação de animais tem se mostrado eficaz na prática veterinária. A homeopatia pode ser vista também, como uma alternativa econômica e eficiente para tratamento de enfermidades. Uma das medicações homeopática mais utilizada para o cuidado nos casos de catarata senil, opacidade da córnea e do cristalino é a Cinéraria Marítima.



Autor: Laboratório Simões

Tags relacionadas:


Compartilhe:


Casos clínicos com o uso da pomada Calêndula Concreta Vet., com quadros de melhora dos ferimentos. Estes são decorrentes de complicações pós-cirúrgicas, tanto por sutura quanto por infecções.
Caso 1
Tipo: cadela da raça Schnauzer miniatura.
Procedimento cirúrgico: submetida a mastectomia bilateral.
Observações: apresentou complicações pós-cirúrgicas na cicatrização da ferida. Três dias após a cirurgia foi utilizada bandagem com aplicação de Calêndula Concreta Vet., apresentando rápida melhora do quadro e cicatrização total em 28 dias.Veja as fotos na íntegra (caso 1)
Caso 2
Tipo: cadela da raça Samoieda.
Procedimento cirúrgico: remoção de dedos supranumerários direito e esquerdo.
Observações: devido a complicações cirúrgicas, recebeu tratamento com bandagem e aplicação de Calêndula Concreta Vet. A evolução do quadro foi rápida e satisfatória, com cicatrização total da ferida em 16 dias.Veja as fotos na íntegra (caso 2)
Caso 3
Tipo: cão da raça Rottweiler.
Procedimento cirúrgico: nenhum.
Observações: grande abscesso na base da cauda, muito infeccionado. Recebeu tratamento com antibióticos por 15 dias e aplicação da pomada Calêndula Concreta Vet. por 30 dias, apresentando redução total da ferida.


Autor: Laboratório Simões

Tags relacionadas:


Compartilhe:


O presente trabalho relata o uso tópico da Calendula officinalis no tratamento de 10 cães que apresentaram complicações pós-operatórias em cirurgias de emergência, ortopédicas e oncológicas. As complicações presentes referiam-se a deiscência de suturas, infecções e necrose tecidual. Todos os cães obtiveram epitelização completa entre 21 e 28 dias de tratamento.Sobre a Calendula officinalis
A calêndula tem como nome científico Calendula officinalis, conhecida popularmente como calêndula, maravilla, vireina ou marquesita, entre outros; trata-se de uma planta anual resistente em todos os tipos de solo, porém preferem os solos argilosos, ainda estando presentes em parques e jardins urbanos. Tem ação cicatrizante, anti-séptica, sudorífica, analgésica, colagoga, antiinflamatória, antiviral, antiemética, vasodilatadora e tonificante da pele (CAMPOS et al., 2000).Sobre as lesões teciduais
As causas primárias mais comuns de lesão tecidual, segundo Pavletic (1993), são mordidas de outros cães, acidentes automobilísticos, lacerações por objetos cortantes, metais e injúrias térmicas. E como causas secundárias: as infecções, deiscências e traumas que transcorrem como complicações pós-cirúrgicas das intervenções


Autor: Laboratório Simões

Tags relacionadas:


Compartilhe:


03/10/2012 às 15h08m


Coriza e Coriza infecciosa

"Coriza" é um sintoma caracterizado por um corrimento nasal e ocular descrito histologicamente como descarga serosa nasal, causando tosse, espirros e edema de face. Este sintoma pode estar associado a varias patologias do trato respiratório sendo de causa viral e ou bacteriana.Introdução
Inicialmente é importante diferenciar "coriza" de "coriza infecciosa", para que possamos compreender esse problema que ocorre em criações de todos os tipos de aves e pássaros."Coriza" é um sintoma caracterizado por um corrimento nasal e ocular descrito histologicamente como descarga serosa nasal, causando tosse, espirros e edema de face. Este sintoma pode estar associado a varias patologias do trato respiratório sendo de causa viral e ou bacteriana."Coriza infecciosa" é uma doença respiratória aguda, subaguda ou crônica, que ocorre com extrema freqüência na avicultura mundial. Causada pela bactéria haemophilus paragallinarum, altamente contagiosa, que afeta principalmente o trato respiratório superior de galinhas, mas pode ocorrer, ainda que raramente, em faisões, codornas e capotes. esta acomete criações de múltiplas idades e geralmente é acompanhada dos seguintes sintomas:- corrimento nasal e ocular, sendo essa descarga nasal serosa, que logo se torna purulenta
- espirros e anorexia (perda do apetite)
- tosse e dificuldade na respiração
- congestão das vias respiratórias
- edema na face e barbelas
- perda de pesoTransmissão
Sendo infecção (causado por bactéria, vírus ou fungo), e independente do agente causador a transmissão ocorre pelo contato direto entre as aves, inalação de aerossóis contaminados ou pela ingestão de água, alimentos ou fezes contaminadas. O patógeno pode ser transmitido de um local para o outro através de roupas, equipamentos e fômites, e também por outros animais errantes, principalmente na época de estações chuvosas, chamando a atenção para o fato de a densidade populacional estar diretamente ligada a sua disseminação.Sinais clínicos
Descritos nos tópicos acima (coriza e coriza infecciosa), e lembrando da diferenciação da doença e sintomas, é possível por diagnostico clinico e laboratorial determinar a causa. é uma doença com curto período de incubação, com o aparecimento dos sintomas em 24 a 72 horas após o contato com aves infectadas. a gravidade do quadro irá depender da virulência do agente, geralmente acometendo um grande número de aves em uma mesma criação, com uma rápida difusão. Entretanto, a mortalidade é baixa, a não ser que haja comprometimento de outros agentes virais ou bacterianos que aumente sua severidade, a duração e a mortalidade. em situações normais, a ocorrência da doença é de 2 a 3 semanasDiagnóstico
O diagnóstico clínico é especulativo e baseado no histórico da doença no criatório e na região juntamente com a sintomatologia, pois outras doenças podem apresentar quadro semelhante, ou seja, constata-se clinicamente a coriza, mas, não se tem certeza na maioria vezes do que esta provocando.O diagnóstico laboratorial baseia-se no procedimento de necropsia (realizado por patologista), o crescimento / isolamento do agente em meios de cultura (cultura com antibiograma) e exame histopatológico, com o objetivo de diagnosticar a doença e a partir daí se tomar medidas profiláticas e tratamento mais efetivo.O diagnóstico diferencial deve ser feito cuidadosamente considerando doenças que induzem sinais respiratórios como coriza, doença crônica respiratória, aspergilose, pulorose, bronquite, laringotraqueíte e outras que induzem sinais nervosos como a neuro-linfomatose, encefalomielite, avitaminose b2 e e, intoxicação por pesticidas, nitrofurazona, plantas tóxicas ou metais pesadosTratamento
As aves respondem bem ao tratamento com antimicrobianos. Após um período de 5 a 7 dias, adicionados à água de bebida, o tratamento se faz principalmente com sulfonamidas, tetraciclinas (doxiciclina e oxitetraciclina) e quinolonas (norfloxacina). Resultados satisfatórios são obtidos com a aplicação individual de estreptomicina, tetraciclina ou enrofloxacina por injeção intramuscular. a grande dificuldade no tratamento da coriza é a característica de recorrência da mesma, que pode ocorrer quando da descontinuação do tratamento e a persistência de aves portadoras no ambiente. A associação do tratamento por via oral e individual, sendo bem executado e acompanhado, resulta em uma resposta mais rápida e a não recorrência do quadro o tratamento com antibióticos é uma boa ferramenta no controle da doença clínica, mas este não elimina as aves portadoras. O tratamento com sulfonamida ou outro antibiótico é recomendado. O controle está na sanidade, biossegurança e medicação preventiva das aves. Também é importante a realização de um programa de vacinação das aves que estão na área endêmica são necessários no controle da coriza infecciosa.Prevenção e controle
É feito, principalmente, na observação das novas aves que serão acrescentadas à criação, devendo permanecer isoladas em quarentena, antes de serem misturadas às demais, aves doentes devem ser isoladas das demais. No caso de criatórios em galpões, é necessário o esvaziamento do galpão por um período de uma semana, acompanhado de limpeza e desinfecção das instalações. Outra medida indispensável é a cloração da água de bebida e a desinfecção constante dos bebedouros com solução à base de iodo e o uso da vacinação como medida preventiva à ocorrência da coriza é importanteReferências
. Estudo comparativo entre diferentes vias de aplicação da vacina contra a doença de Newcastle. In: VI CONGRESSO BRASILEIRO DE AVICULTURA, 1979, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte, 1979. p.400-413.
. MARTINS, N. R. S., RESENDE, J. S., JORGE, M. A. Principais causas de imunossupressão em galinhas. In: CONFERÊNCIA APINCO 2005 DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVÍCOLAS, 2005, Santos. Anais… Campinas: FACTA, 2005. p.79-94.
. MUÑOZ, R. Sorologia como ferramenta para monitoria e diagnóstico. In: CONFERÊNCIA APINCO 2005 DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVÍCOLAS, 2005, Santos. Anais… Campinas: FACTA, 2005. p.95-106.
. VILLEGAS, P., ROSALES, G. Calidad total en los programas de vacunación. Avicultura Profesional, v.14, p.48-55, 1996.
. Blackall, P.J. & Matsumoto, M., 2003. Infectious coryza. In Y.M. Saif, H.J. Barnes, J.R. Glisson, A.M. Fadly, L.R. McDougald & D.E. Swayne (Eds.), Diseases of Poultry, 11th Ed. Iowa State Univeristy: 691-703.
. Blackall, P.J., 2008. Doenças respiratórias bacterianas: Futuros desafios. Anais Conferência Apinco: 177-185.
. Brentano, L. et al., 2005. Revista Brasileira de Ciência avícola, suplemento 7: 232.
. Cavanagh, D. & Naqi, S., 2003. Infectious bronchitis. In A. M. Fadly, H. J.Barnes, J.R. Glisson, L. R. Mcdougald, D.E. Swayne & Y. M. Saif (eds.). Diseases of Poultry. 11th Ed. Iowa State Univeristy: 101-120.
. Kume, K., Sawata, A. & Nakase, Y., 1980. Immunologic relationship between Page’s and Sawata’s strains of Haemophilus paragallinarum. American Journal of Veterinary Research, 41: 757-760.
. Page, L.A., 1962. Haemophilus infections in chickens. 1. Characteristics of 12 Haemophilus isolates. Recovered from diseased chickens. American Journal of Veterinary Research, 23: 85-95.
. Soriano, V.E., Blackall, P.J., Dabo, S.M., Téllez, G., García-Delgado, G.A. & Fernández, R.P., 2001. Serotyping of Haemophilus paragallinarum isolates from Mexico by the Kume hemagglutinin scheme. Avian Diseases, 45: 680-683.
. Trevisol, I.M. et al., 2006. Revista Brasileira de Ciência avícola, suplemento 8: 240.
. http://www.tecsa.com.br/media/File/pdfs/DICAS%20DA%20SEMANA/AVE%20Coriza%20Infecciosa.pdf
. http://www.agrolink.com.br/saudeanimal/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=59421


Autor: Laboratório Simões

Tags relacionadas:


Compartilhe:



Novidades